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Cristo

 

(do blog: carlosperesfeio)

 

 

carlosperesfeio-2009-cristo

 

 

Em Cristo, Santa Páscoa 

para todos.

 

Especial abraço para o nosso velho camarada,

todos nós lhe desejamos, meu Amigo, a Si,

e  Seus familiares

tempos D’Ouro.

(tacão direito batido, licença para retirar, meu Tenente)

 

 

 

Trás-os-Montes

 

 

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Eu amo Trás-os-Montes naquele silêncio das florestas e das estradas afastadas que aguardam ora a neve, ora o pavor do Verão. Amo-o ainda mais quando vejo a cor da terra e a sombra dos seus castelos em ruínas, quando suspeito o fundo dos rios, os recantos junto dos açudes e a altura das árvores. E perco-me desse mal de paixão, quando, de longe, Trás-os-Montes se assemelha vagamente a uma terra prometida aos seus filhos mais distantes, ou mais expulsos, ou mais ignorados, ou mais mortos apenas. E amam-se aquelas árvores porque vêm do interior da terra, justamente, sem invocar a sua antiguidade ou a sua grandiosidade. Ama-se o frio, até, o esplendor das geadas sobre os lameiros, o sabor da comida que nunca perdeu a intensidade nem a razão. E amam-se os rios, os areais, os poços das hortas, as cancelas de madeira que vão perdendo a cor, e talvez se amem o fogo das lareiras, os ramos mais altos dos freixos e das cerejeiras, os jardins abonecados das suas cidades, o granito das casas, o cheiro das aldeias onde ao fim da tarde se chama paz ao silêncio e se dá nome de chuva à água do céu.

 

Francisco José Viegas, excerto de “Trás-os-Montes – Uma estrada no meio dos bosques”, dedicado a Manuel Hermínio Monteiro,  em “A Escrita dos Sítios”, Expresso, 11 de Novembro de 2000.

 

 

Abel Salazar

 

 

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Os tres da vida airadaCócó, Ranheta e Facada

1910, 21×11,4cm

 

 

De Abel Salazar, disse Ferreira de Castro:

« Pela variedade e brilho dos dotes, inclusive os científicos, aparentava-se a alguns dos grandes artistas da Renascença”

 

Casa-Museu Abel Salazar

Rua Dr. Abel Salazar

São Mamede de Infesta – Matosinhos

 

 

 

BUONAROTTI – SISTINA

 

 

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       Talvez fosse destituído de alma. Talvez não passassem os seus súbitos ardores do transbordar de uma incrível força corporal, talvez que, magnífico actor, andasse incessantemente em busca de uma nova maneira de sentir; ou talvez fosse, antes, uma sucessão de atitudes violentas e soberbas, porém arbitrárias, como as que assumem as figuras de Buonarotti nas abóbadas da Sistina.

 

Marguerite Yourcenar, em A Obra ao Negro. Tradução de António Ramos Rosa, Luísa Neto Jorge e Manuel João Gomes. Público

 

 

 

 

que seria da primavera

 

 

amendoa

 

nestas terras, sem as amendoeiras?

 

»»»*** tradução nossa de:

 

 

Flor de almendro, flor de un día
flor de delicado aroma.
Flor de almendro flor de un día,
el Duero a tus pies asoma.


[…]


¿que sería de la primavera en estas tierras, sin los almendros?


[…]


Trás-os-montes portugueses,
laderas de aceite y vino,
de almendros y naranjales,
de corazones amigos.


Marqués de los Mojones

 


 

HORA DO PLANETA

 

(de que se trata?)

 

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Às 20:30 do dia 28 de Março de 2009 apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento global; registe-se em http://www.earthhour.org/portugal e junte-se ao movimento HORA DO PLANETA.

 


Dia Mundial do Teatro

 

(caricatura de António Feio do site do Actor)

 

 

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       A que deverá atribuir-se este relativo desinteresse pela história do nosso teatro? À sua inexistência, que alguns críticos (em quem geralmente, e por isso falam assim, coincide um autor dramático falhado) teimam em proclamar? Decerto que não, pois, apesar de tudo, existe um teatro português, dotado de características próprias – se não como realidade inteiramente conseguida, ao menos como tendência incessantemente perseguida.

 

Luís Francisco Rebello, em História do Teatro Português. Europa-América

 

 

 

George Sand

 

(desenho retirado do caderno de Musset)

 

 
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  O Sentimento que nos uniu compõe-se de tantas coisas que não se pode comparar a nenhum outro. O Mundo jamais poderá compreender.

 

George Sand em Cartas de Amor, Alfred de Musset e George Sand. Tradução de Margarida Vale do Gato. Relógio D’Água

 

 

 

Museu de Lanifícios

 

(Núcleo da Real Fábrica de Panos)

 

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Este núcleo, para além de objectivos didácticos e de contribuir para reabilitar a memória do trabalho dos lanifícios na cidade da Covilhã, visa essencialmente, através da recuperação arqueológica, arquitectónica e da história da ocupação do edifício, reconstituir os processos manufactureiros do fabrico e do tingimento dos tecidos de lã mais utilizados em Portugal, nos finais do séc. XVIII.

A Real Fábrica de Panos foi fundada na Covilhã pelo Marquês de Pombal em 1764. Hoje, o antigo edifício está integrado nas instalações da Universidade da Beira Interior.

Vale bem uma visita:

de terça a domingo, incluindo feriados

das 9.30-12.00h / 14.30h-18.00h

Rua Marquês d’Ávila e Bolama

Covilhã – Portugal