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Category Archives: pintura

 

 

podiamsermais

 

(… e ainda mais serão!)

 

psm

 

»»»*** podiamsermais – título do primeiro livro de poemas de carlos peres feio – publicado em Outubro de 2007 -, seguiu-se-lhe, em Fevereiro último,  baloiçArte.

 

»»»***  para conhecer mais poesia de carlos peres feio ver

chinesa do norte-produções no scribd:

*** psm um

*** psm dois

*** psm três

*** psm quatro

*** versos de cpf

*** versos de cpf-2

*** manuscritos de cpf

 

»»»»**** “traço cpf que por aí anda” – ainda no scribd, também  de chinesa do norte-produções:

 


 

 

Diego Rivera

 

 

rivera-mexico

 

“Revelação do Caminho”. 1926. Fresco

Universidade de Chapingo, México

o primeiro casal

no ovo universal

 

edward-burne-jones-18751

Dois dos cinco painéis de

The Days of Creation

de 

Edward Burne-Jones

 

»»»» Graças ao email de  Mario Capelluto e Ida Aranha – inexcedíveis na delicadeza, na partilha – ficámos ainda a saber  ( reproduzimos uma pequena parte do magnífico email-prenda pascal):

 

 

Ovo – Símbolo da Páscoa

É sugerido por alguns historiadores que muitos dos actuais símbolos ligados à Páscoa (especialmente os ovos de chocolate, ovos coloridos e o coelhinho da Páscoa)  são resquícios culturais da festividade de primavera em honra de Eostre que, mais tarde, foram assimilados pelas celebrações cristãs do Pessach, depois da cristianização dos pagãos germânicos. Contudo, já os persas, romanos, judeus e armênios tinham o hábito de oferecer e receber ovos coloridos por esta época.

Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera,  onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela Igreja Católica no principio do 1º milênio depois de Cristo,   fundindo-o com outra festa popular  chamada de Páscoa.

A tradição de presentear com ovos – de verdade mesmo – é muito antiga. Na Ucrânia,  por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza – lá eles têm até nome, pêssanka – em celebração à chegada da primavera.

Os chineses e os povos do Mediterrâneo  também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, eram levados para cozinhar com beterrabas.

Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.

Eles celebravam Ostera,  a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente a seus pés.

 

Ovos de chocolate

Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus.     Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna)  com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.

Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I  (900-924) costumava presentear a realeza e seus súbditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas  na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.

Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate  – iguaria vinda da então recém-descoberta América.  Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México,   o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca.  A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à fertilidade por causa de sua grande prole.

 

»»»»**** Absolutamente a não perder: especial Páscoa.

 


 

 

Amadeo de Souza Cardoso

 

(museu em Amarante)

 

amadeo-de-souza-cardoso

 

Procissão Corpus Christi

1913, óleo sobre madeira

30×50

 

»»»*** Nossa leitura: este ensaio.


 

 

Cristo

 

(do blog: carlosperesfeio)

 

 

carlosperesfeio-2009-cristo

 

 

Em Cristo, Santa Páscoa 

para todos.

 

Especial abraço para o nosso velho camarada,

todos nós lhe desejamos, meu Amigo, a Si,

e  Seus familiares

tempos D’Ouro.

(tacão direito batido, licença para retirar, meu Tenente)

 

 

 

 

BUONAROTTI – SISTINA

 

 

sistina

 

 

       Talvez fosse destituído de alma. Talvez não passassem os seus súbitos ardores do transbordar de uma incrível força corporal, talvez que, magnífico actor, andasse incessantemente em busca de uma nova maneira de sentir; ou talvez fosse, antes, uma sucessão de atitudes violentas e soberbas, porém arbitrárias, como as que assumem as figuras de Buonarotti nas abóbadas da Sistina.

 

Marguerite Yourcenar, em A Obra ao Negro. Tradução de António Ramos Rosa, Luísa Neto Jorge e Manuel João Gomes. Público

 

 

ALMADA

 

almada1

 

Meninas sentadas lendo

óleo sobre tela

1050×1010 mm

n.ass.; n.dat.

col. particular, Lisboa

 

em ALMADA a cena do corpo, Centro Cultural de Belém

 

 

 

Carlos Peres Feio

 

(cantora negra com vestido cor de abóbora – em BB)

 

carlos-peres-feio-2009-acrilico

 

 

ar-de-moinhos

 

 

desejo