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Monthly Archives: Março 2009

Abel Salazar

 

 

as

 

 

Os tres da vida airadaCócó, Ranheta e Facada

1910, 21×11,4cm

 

 

De Abel Salazar, disse Ferreira de Castro:

« Pela variedade e brilho dos dotes, inclusive os científicos, aparentava-se a alguns dos grandes artistas da Renascença”

 

Casa-Museu Abel Salazar

Rua Dr. Abel Salazar

São Mamede de Infesta – Matosinhos

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BUONAROTTI – SISTINA

 

 

sistina

 

 

       Talvez fosse destituído de alma. Talvez não passassem os seus súbitos ardores do transbordar de uma incrível força corporal, talvez que, magnífico actor, andasse incessantemente em busca de uma nova maneira de sentir; ou talvez fosse, antes, uma sucessão de atitudes violentas e soberbas, porém arbitrárias, como as que assumem as figuras de Buonarotti nas abóbadas da Sistina.

 

Marguerite Yourcenar, em A Obra ao Negro. Tradução de António Ramos Rosa, Luísa Neto Jorge e Manuel João Gomes. Público

 

 

 

 

que seria da primavera

 

 

amendoa

 

nestas terras, sem as amendoeiras?

 

»»»*** tradução nossa de:

 

 

Flor de almendro, flor de un día
flor de delicado aroma.
Flor de almendro flor de un día,
el Duero a tus pies asoma.


[…]


¿que sería de la primavera en estas tierras, sin los almendros?


[…]


Trás-os-montes portugueses,
laderas de aceite y vino,
de almendros y naranjales,
de corazones amigos.


Marqués de los Mojones

 


 

HORA DO PLANETA

 

(de que se trata?)

 

earth-hour

 

 

Às 20:30 do dia 28 de Março de 2009 apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento global; registe-se em http://www.earthhour.org/portugal e junte-se ao movimento HORA DO PLANETA.

 


Dia Mundial do Teatro

 

(caricatura de António Feio do site do Actor)

 

 

tonifeio1

 

 

 

 

       A que deverá atribuir-se este relativo desinteresse pela história do nosso teatro? À sua inexistência, que alguns críticos (em quem geralmente, e por isso falam assim, coincide um autor dramático falhado) teimam em proclamar? Decerto que não, pois, apesar de tudo, existe um teatro português, dotado de características próprias – se não como realidade inteiramente conseguida, ao menos como tendência incessantemente perseguida.

 

Luís Francisco Rebello, em História do Teatro Português. Europa-América

 

 

 

George Sand

 

(desenho retirado do caderno de Musset)

 

 
george-sand1

 

  O Sentimento que nos uniu compõe-se de tantas coisas que não se pode comparar a nenhum outro. O Mundo jamais poderá compreender.

 

George Sand em Cartas de Amor, Alfred de Musset e George Sand. Tradução de Margarida Vale do Gato. Relógio D’Água

 

 

 

Museu de Lanifícios

 

(Núcleo da Real Fábrica de Panos)

 

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Este núcleo, para além de objectivos didácticos e de contribuir para reabilitar a memória do trabalho dos lanifícios na cidade da Covilhã, visa essencialmente, através da recuperação arqueológica, arquitectónica e da história da ocupação do edifício, reconstituir os processos manufactureiros do fabrico e do tingimento dos tecidos de lã mais utilizados em Portugal, nos finais do séc. XVIII.

A Real Fábrica de Panos foi fundada na Covilhã pelo Marquês de Pombal em 1764. Hoje, o antigo edifício está integrado nas instalações da Universidade da Beira Interior.

Vale bem uma visita:

de terça a domingo, incluindo feriados

das 9.30-12.00h / 14.30h-18.00h

Rua Marquês d’Ávila e Bolama

Covilhã – Portugal

 

 

ALMADA

 

almada1

 

Meninas sentadas lendo

óleo sobre tela

1050×1010 mm

n.ass.; n.dat.

col. particular, Lisboa

 

em ALMADA a cena do corpo, Centro Cultural de Belém

 

 

 

É para mim um mistério, o que faz com que as pessoas saiam dos seus sofás para debates que não são mais do que comboios de leituras. Com tanto ensaio bom para ler em casa, silenciosamente. Sou uma impaciente, imoderada e individualista: ler por ler, prefiro ler sozinha. Conhece-se menos gente, mas o prazer é garantido.

 

Inês Pedrosa,  “Moderadores”,  em LER  Livros & Leitores