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NUNCA
Nunca me dirás o peso
Nunca saberei como és
Nunca te interessará saber
Se estou trémulo por ti
Nunca me perguntarás nada
Nunca te verei a cores
Nunca saberás ao certo
Se a imagem em minha mente
A preto e branco é a tua
Nunca parecida contigo
Nunca encontrados antes
Porque visíveis agora
Os destinos e os mares
Estavam esquecidos nas nuvens
Apareceram sem aviso
Preparados para remorsos
Espalhados em cima da alma
Nunca sentirei teu peso
Nunca te beijarei a fronte.
Carlos Peres Feio – Abril de 2004
em PSM
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5 Comentários
Nunca é sempre longe e quanto mais longura colocamos nas situações mais clausos dela ficamos. Digo eu.
E diz muito bem,Menina, pensamos nós!
Agradecemos a escrita e as belas palavras lá no seu link, no seu multiply, lugar muito do nosso agrado, escrita e pensamentos muito sãos nos parecem.
Volte sempre. Um bom café e um excelente Porto da nossa especial reserva sempre é servido aos nossos amigos e aos amigos dos amigos. Quanto ao fumar… embora eu, a quem o meu Tenente, Seu Amigo Carlos Peres Feio, um dia já longe colocou a alcunha, que adoptei, de «todocheiodenovehoras», pense que não é bom para a saúde e que o fumador contribui exageradamente para os cofres do estado com o imposto de cada maço, creio que há outros males a que se deveria dar atenção: o esquecimento do interior, o desemprego, a exagerada carga fiscal, a degradação do ensino público, o abandono da 3ª idade e uma lista que nunca mais acabaria… quanto às mulheres da família, são boa gente leal, veja bem que a mais nova até é fumadora, e de politicamente correctas têm bem pouco.
Abraço,
CNH
Fumando menos quando as leituras são “sãs”. Agradecida pelo Porto de reserva.
Uma boa semana pros amigos do Peres poeta
Sempre bonitos e sentidos os poemas do Carlos! Aliás a Poesia é isso mesmo.
Sem dúvida, a Poesia é, entre muitas coisas, beleza e sentimento.
Prazer em tê-la aqui, de novo, Paula Raposo.
Boa noite,
CNH