Regina Sardoeira escreveu O Pulo do Lobo

amigo, emprestando o livro, possibilitou-nos o prazer da sua leitura. Conhecíamos Mértola e os outros locais, não O Pulo do Lobo – e lá fomos – talvez porque também a nós nostalgia signifique… – em demanda de Joana, de Sérgio – (mas não da compreensão do imperativo Kantiano). No regresso das terras do Guadiana, quisemos adquirir o romance. Infrutíferas as nossas entradas em livrarias. Finalmente, um outro amigo sabendo do nosso desejo fez-nos a oferta de O Pulo do Lobo , que iremos reler.
Nós, com Regina Sardoeira, cremos que «Ler um livro, [...] é também escrevê-lo e vivê-lo; é percorrer uma estrada criando, em simultâneo, o mapa e as encruzilhadas. Ter abertas entre mãos as páginas de qualquer obra é recusar a passividade, [...]».