Abril 29, 2008

 

 

 

Saudades das panhards, meu Tenente? Em boa fé lhe garanto que não. Das pessoas, da sã camaradagem, de alguns locais, de muitas descobertas de vida, lá isso tenho, meu Amigo. E aqui as mulheres da família que o digam, que já devem estar saturadas de ouvir as histórias  sobre essa época. Simpáticas vão fingindo que prestam ainda atenção e eu finjo que não vejo os seus fingimentos.

Um abraço, sem versos, mas de infinita gratidão,

 CNH

 

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