Saudades das panhards, meu Tenente? Em boa fé lhe garanto que não. Das pessoas, da sã camaradagem, de alguns locais, de muitas descobertas de vida, lá isso tenho, meu Amigo. E aqui as mulheres da família que o digam, que já devem estar saturadas de ouvir as histórias sobre essa época. Simpáticas vão fingindo que prestam ainda atenção e eu finjo que não vejo os seus fingimentos.
Um abraço, sem versos, mas de infinita gratidão,
CNH

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