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nós, fiéis,
incondicionais, admiradores,
agradecendo a benção dessas arrumações,
desejamos a publicação,
meu Tenente.
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DIÁRIO SENTIMENTAL
(assumpção de…)
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como escreve o Poeta
nesta vida de
encontros e
desencontros
há os que,
exultantes
excitados,
apreciam
a expressa pulsão
da carne, dos sentidos
há quem ame
a serenidade
de em simbiose
atingir o acume
para, só então,
na
plenitude da fusão
explodir
AFC
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»»» ou: da legenda para uma amarelecida, velha, foto.
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LISBOA - BELÉM
Nesta zona, não passa despercebido o Monumento aos Descobrimentos,
ex-libris da Exposição do Mundo Português, de 1940.
Simbolicamente em forma de caravela, [...]
Carlos Peres Feio
escreve o texto que, na íntegra, pode ser lido em
Da Central Tejo à Torre mais famosa
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PULO DO LOBO
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Algumas das muitas fotos de AFC, resultantes, em 1º lugar, da leitura
- e consequente vontade de sentir o local -
de O PULO DO LOBO, de REGINA SARDOEIRA.
(sugestão: o Pulo do Lobo, um esboço de exegese)
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como se fora um
DIÁRIO SENTIMENTAL
(outro)
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por alguma estranha razão
estamos juntos
gravitamos na órbita um do outro
mas acredito
que nunca nos daremos bem
aí entra a resignação
idêntica à que se tem
todos os dias para com a doença
que nos mina
e que aceitamos sem revolta
não tenho respostas para ti
fica bem
»»»»»

»»»» Versos de Carlos Peres Feio - publicados em BB-BB e em PSM
»»» Hoje, aqui, e ao contrário de aqui - onde fomos fiéis ao original, reproduzindo-o - ousámos um outro enquadramento. Como sempre, agradecidos estamos, meu Tenente, por toda a compreensão, colaboração, simpatia e amizade.
»»»»» Abraços calorosos de toda a família.
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RAZÃO
sim
deverás ter razão
e a memória
me embale
fabricando
teus dias de disponibilidades
para longas caminhadas
corridas e folguedos
teu tempo para teres tempo
e, sem cansaços, sonolências,
olharmos
comentarmos apreciarmos
saborearmos
imagens das
viagens ao mundo
que me ias então
alargando
sim
deverás ter razão
e a memória
me embale
fabricando
ilusórios
tempos do bom de ontem
quando nas
conversas dialogantes
sem horas
sem pressas
sem évoras
havia o calor da ternura
que se derramava em
abraços de
silêncios
e cumplicidades
que talvez
jamais
tenham existido
(sim
deverás ter
sempre
razão
e na labiríntica
teia
dos teus irrelevantes
as memórias
da minha memória
não serem mais
do que
a irrelevância maior
AFC
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